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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Senha do Banco Central da França era "123456"

Combinação foi descoberta por acaso por um cidadão comum.

Certamente, a senha que você utiliza em sua conta de email é muito mais eficiente do que a que era utilizada pelo Banco Central da França. A instituição entrou em alerta nesta semana, imaginando que pudesse ter sido hackeada.
Após uma rápida busca, as autoridades descobriram com facilidade quem é que havia sido o autor da façanha de acessar o seu sistema via telefone. Contudo, ao encontrar o suspeito, perceberam que, na verdade, o problema era muito pior.
O autor do acesso, que não teve a sua identidade revelada, não era nenhum gênio da informática, mas sim um cidadão comum que, acidentalmente, havia digitado a senha mais óbvia possível: “123456”. Sim, acredite: a senha de um dos maiores bancos da França era a sequência numérica mais óbvia possível. Além disso, posteriormente, foi descoberto que a senha “654321” também funcionaria.
Diante de uma falha tão grotesca de segurança, o “invasor” do sistema do Banco Central da França foi liberado sem precisar prestar maiores esclarecimentos. Já o sistema o bancário, garante a instituição, ganhou uma nova senha mais complexa o que, convenhamos, não é muito difícil, não é mesmo?

Fonte: Ubergizmo.

Internet consome 30 bilhões de watts de eletricidade

Somente os data centers localizados nos Estados Unidos são responsáveis por uma terço da energia consumida.

Você sabe qual é o consumo total de energia destinada a manter a internet funcionando? Um relatório publicado pelo jornal The New York Times aponta que os data centers ao redor do mundo consomem nada menos do que 30 bilhões de watts de eletricidade. Somente os Estados Unidos são responsáveis por utilizar um terço dessa quantia.
Os números são resultado de um estudo intitulado “Power, Pollution and the Internet” (“Poder, Poluição e Internet”, em tradução direta) e que mostra, pela primeira vez, o impacto da rede mundial de computadores sobre o consumo de energia no mundo e, consequentemente, coloca a tecnologia como um ponto negativo em termos ecológicos.
O estudo aponta que entre 6% e 12% da energia consumida no mundo hoje tenha relação com a computação e esse percentual deve crescer consideravelmente nos próximos anos. Por conta do avanço da cloud computing, a demanda por novos servidores será cada vez maior, aumentando o consumo dos data centers e, consequentemente, o uso de energia. 



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Hacker especialista em segurança é contratado pelo Twitter


Charlie Miller começa imediatamente o trabalho na rede social.



A equipe do Twitter ganhou um reforço de peso: Charlie Miller, hacker e consultor de segurança, começa a trabalhar na rede social a partir da próxima segunda-feira (14). Apesar de não ter revelado detalhes do novo emprego, ele provavelmente vai realizar testes sobre a eficácia do site contra diferentes tipos de invasões – e corrigir as falhas encontradas o mais rápido possível.
Pelo conhecimento avançado do funcionamento interno de vários sites e aplicativos, hackers normalmente são contratados para integrarem equipes de segurança – e Charlie Miller é um grande exemplo disso.
Antes de prestar serviços como consultor para a Accuvant, ele dava muitas dores de cabeça para a Apple: ele descobriu como desabilitar baterias de laptops da empresa, achou uma brecha no iOS e foi expulso da App Store por encontrar outra falha – tudo isso entre muitos outros feitos.

Fonte: Forbes.

Cientistas conseguem criar primeira "chamada telefônica" entre células

Pesquisadores controlam a forma como alguns organismos se comunicam no nosso corpo.


Cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça, desenvolveram o que eles chamam de primeiro “celular biológico”, ao modificar algumas células e fazer com elas se comunicassem e trocassem informações como se estivessem ao telefone.
De acordo com o site PhysOrg, que publicou a notícia, os pesquisadores alteraram a forma como as células reagem a determinadas enzimas e genes, conseguindo controlar a forma como esses organismos se comunicam. Para entender como o sistema funciona, imagine dois grupos de células: as “ligadoras” e as “recebedoras”.


Câmbio e desligo


Os cientistas introduziram um pequeno implante molecular nas células “ligadoras”, fazendo com que estas passassem a produzir uma determinada enzima. Essas enzimas eram, então, enviadas às células “recebedoras”, que passaram a produzir essas substâncias em resposta ao estímulo recebido, enviando um sinal de “recebido” às células “ligadoras”.
Depois de que ambos os grupos recebiam as respostas, tanto as “ligadoras” quanto as “recebedoras” paravam de produzir as enzimas, desligando a conexão e finalizando a “conversa”.
Ao controlar a maneira como as células se comunicam, os pesquisadores esperam poder desenvolver novos tratamentos para reestabelecer conexões e curar determinadas disfunções, assim como interromper aquelas que podem causar o desenvolvimento de algumas doenças, como o câncer, por exemplo.


Fonte: PhysOrg.





sexta-feira, 14 de setembro de 2012

7 regras básicas para saber se o seu terno serve


Confira um guia simples para conferir as medidas certas para o seu paletó e calça.

Não adianta nada você comprar um terno superbonito — e caro — se a peça não cair bem em você. Entretanto, nem sempre é fácil saber se o paletó e a calça realmente serviram como deveriam, não é mesmo? Afinal, são tantas medidas e modelos...
Foi pensando nisso que o pessoal da revista Esquire publicou um guia com sete medidas simples para que você não erre mais e não saia por aí parecendo o Didi Mocó. Confira:
  1. Ombreiras: elas sempre devem acompanhar os seus ombros, e nunca ultrapassá-los;
  2. Ajuste: sua mão aberta deve deslizar com facilidade sob a lapela enquanto o primeiro botão — ou o do meio — estiver abotoado. Se você usar o punho fechado, o paletó deverá ficar repuxado na altura do botão;
  3. Botões: o botão do meio — no caso de paletós com três botões — nunca deve ficar abaixo do seu umbigo e, no caso de paletós de dois botões, tome como referência o primeiro deles;
  4. Comprimento: para saber se o comprimento do paletó está certo, feche os punhos e verifique se a barra fica na mesma altura das articulações dos seus dedos;
  5. Mangas: as mangas do paletó devem ficar na altura em que a base do seu dedão se encontra com o seu pulso;
  6. Camisa: aproximadamente 1,5 centímetros da manga da camisa devem ficar visíveis sob a manga do paletó;
  7. Barra da calça: a barra deve ficar cerca de 2,5 centímetros do chão.

Mercado brasileiro de celular atinge a marca de 27,3 milhões de unidades vendidas no primeiro semestre deste ano


Deste total, 6,8 milhões são smartphones (aparelhos com sistema operacional) e 20,5 são feature phones (celulares tradicionais).

O mercado brasileiro de celular chegou à marca de 27,3 milhões de unidades vendidas durante os seis primeiros meses de 2012, revela estudo da IDC líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total, 6,8 são smartphones e 20,5 milhões são os chamados feature phones, ou seja, aparelhos tradicionais que permitem acesso à internet, redes sociais e sistemas de mensagens instantâneas, porém, não têm sistema operacional.
Comparando os números do primeiro semestre deste ano com o mesmo período de 2011, a IDC conclui que o mercado de aparelhos celulares de forma geral sofreu uma queda de 16% e o mercado de feature phones queda de 29%. Porém, os smartphones tiveram alta de 77%. “A tendência é que os smartphones ganhem cada vez mais espaço no mercado. De modo geral os fabricantes têm aumentado o portfolio de modelos focando mais esse tipo de dispositivo. Com o crescimento do mercado de smartphones há uma queda de preços e diferentes tipos de usuários têm a possibilidade de adquirir um telefone inteligente”, declara Bruno Freitas, analista de mercado da IDC Brasil.


A expectativa da IDC é de que o mercado total de celulares chegue à marca de 62 milhões de unidades comercializadas em 2012, número que é 8% menor do que o apresentado no ano passado. “Deste total, 26% devem ser smartphones e 74% feature phones. Sendo que os aparelhos com sistema operacional devem ter alta de 82% e os aparelhos celulares tradicionais queda de 21% em relação ao ano de 2011”, completa o analista da IDC.
Ainda de acordo com as previsões da IDC, até 2015 os smartphones devem representar 57% do mercado total de celular no Brasil. “Esse dispositivo tem valor agregado maior e é a grande aposta das fabricantes para aumentarem suas receitas. Além disso, o canal com as operadoras continua puxando este mercado para cima e elas também tendem a aumentar seus faturamentos por conta dos planos de dados. Este promete ser um mercado bastante aquecido nos próximos anos”, conclui Freitas.


Via Assessoria de Imprensa



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A aversão ao coentro pode ser culpa da genética


Estudo sugere que gene relacionado aos sentidos do olfato e paladar pode ser o responsável pelo asco à erva.




De acordo com uma notícia publicada pelo site Nature, se você simplesmente não consegue nem sentir o cheiro de coentro — uma famosa erva aromática utilizada na culinária —, a explicação para isso pode ser a sua herança genética.
Segundo a publicação, um levantamento realizado recentemente apontou que 21% da população do leste da Ásia, 17% dos europeus e 14% dos africanos afirmam detestar essa erva, e um estudo genético conduzido com quase 30 mil pessoas sugere que a aversão ao coentro, na verdade, pode ter origens hereditárias.

Asco genético

Os cientistas responsáveis pela pesquisa — do laboratório especializado em estudos genéticos 23andMe — identificaram duas variáveis genéticas conectadas com a nossa percepção do coentro, sendo a mais comum delas relacionada com os sentidos do olfato e do paladar.
A chave do mistério, ou melhor, da aversão parece ser um gene chamado OR6A2, responsável por um receptor que nos torna mais sensíveis aos compostos químicos que dão ao coentro seu sabor característico. Portanto, agora você tem uma excelente desculpa para poder escapar de comer alguns alimentos que você não gosta muito: “É feito com coentro? Desculpe, sofro de aversão genética!”.