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segunda-feira, 12 de março de 2012

NASA confirma mais uma vez: mundo não acaba em 2012

Tempestades solares, o terrível "Planeta X" e a inversão dos polos magnéticos da Terra são algumas das ameaças detonadas em vídeo por pesquisador sênior da NASA.



O cientista sênior do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, Don Yeomans, explica no vídeo acima porque as pessoas não devem se preocupar com as pretensas ameaças que destruiriam o nosso planeta até o final de 2012.  E como o Tecmundo também se interessa pela continuidade de nossa existência, vale a pena resumir as razões pelas quais você não deve se preocupar com a lista de “apocalipses” que tem sido divulgada por aí.


21/12/2012: apenas mais uma sexta-feira


Já faz algum tempo que o calendário maia tem sido notícia e tema de conversas conspiratórias nas filas de bancos e pontos de ônibus. De acordo com o que dizem por aí, a “folhinha” projetada pelos maias acaba no dia 21 de dezembro de 2012, o que indicaria que o nosso planeta também seria dizimado na mesma data. Sem dúvidas, isso seria uma grande “falta de sacanagem”, já que ninguém ganharia aquele PS Vita esperto de Natal.
Mas Yeomans tranquiliza a todos: o calendário maia não acaba. O que acaba é apenas um ciclo dele e, logo em seguida, começa outro. É como se o calendário de 2012 acabasse e, no dia seguinte, nós pegássemos o de 2013 para usar pelos próximos 365 dias do ano.


Planeta X, o grande colisor de mundos


                          

Niburu, ou Planeta X, é um suposto planeta que está vindo em direção à Terra, pronto para se chocar com o nosso querido lar. Mas, obviamente, não existe nenhum dado científico sobre a existência dele.
Caso Niburu pretendesse mesmo dar uma voltinha pelo nosso Sistema Solar e varrer um ou outro mundo pelo caminho, os milhares de astrônomos que observam o céu noturno diariamente já teriam identificado a sua ameaça. E mesmo que o Planeta X fosse invisível, os cientistas já teriam notado a influência de um corpo tão massivo viajando pelo espaço.
Yeomans também refuta a ideia de que os astrônomos da NASA não querem divulgar os dados sobre Niburu para evitar que a população entre em pânico: você acha mesmo que os milhares de astrônomos amadores e profissionais que observam o céu diariamente conseguiriam manter segredo por tanto tempo sobre uma ameaça dessa proporção?


A ameaça das tempestades solares


Tempestades solares existem e uma das maiores que já enfrentamos nos últimos anos aconteceu na semana passada, deixando uma sonda espacial temporariamente “cega”. Mas nós sobrevivemos, como todos podem perceber. Porém, muitos ainda associam a ameaça de um desses eventos com o fim do mundo em 2012.
Para essas pessoas, Yeomans adverte: a atividade solar atinge um pico máximo a cada 11 anos e, de acordo com cálculos recentes, isso só deve acontecer em maio de 2013. Portanto, fica fácil concluir que se você conhece alguém com 30 ou 50 anos de idade, você conhece um dos bravos sobreviventes de uma enorme tempestade solar.


Alinhamento planetário e inundações mundiais





Outra preocupação é o fato de que, supostamente, os planetas do Sistema Solar se alinhariam em dezembro de 2012 e, com isso, a maré dos oceanos da Terra seria alterada, provocando terríveis inundações em diversas cidades.
Entretanto, a NASA cancelou o evento: não existe alinhamento planetário previsto para essa data. E mesmo que houvesse, ele não causaria dano algum ao nosso planeta, já que os únicos astros que influenciam os oceanos são a Lua ― por estar próxima demais ― e o Sol, por ter massa muito grande.


Mudança de eixo e polos magnéticos da Terra


Outro dos eventos “previstos” para dezembro de 2012 é a alteração do eixo da Terra e inversão dos polos magnéticos do nosso planeta. Bem, novamente, isso não vai acontecer. Segundo Yeomans, o eixo de rotação da Terra não pode ser alterado, pois a órbita da Lua em volta do nosso planeta torna-o muito estável.
Quanto à inversão dos polos magnéticos, isso realmente pode acontecer, mas não dentro dos próximos 500 mil anos. Não há evidências de que os polos da Terra serão alterados em dezembro deste ano. Além disso, levaria milhares de anos para que os polos se invertessem, o que seria facilmente percebido pelos cientistas.
E mesmo que os polos se invertam, isso não oferece riscos à humanidade. O único contratempo é o fato de que teremos que regular nossas bússolas para a nova configuração da Terra.
E então? Ficou mais tranquilo agora?



Qual a tecnologia por trás da tela de alta resolução do novo iPad?

Método que aplica finas camadas de resina acrílica é a responsável pela reprodução de imagens com até 2.048x1.536 pixels no mais recente tablet da Apple.


Um dia antes do lançamento oficial do novo iPad já haviam rumores de que a sua tela teria altíssima resolução, sendo capaz de reproduzir conteúdos com até 2.048x1.536 pixels – até foi especulado que o nome do tablet seria “iPad HD”. Esse valor realmente se confirmou com o anúncio do gadget.
De acordo com o site DisplaySearch, a tecnologia que proporcionou tal resolução é a Super High Aperture (SHA), baseada em um método que aplica finas camadas de uma resina acrílica (com 3 micrometros de espessura) para separar os eletrodos dos pixels e as linhas de sinal. Com isso, a relação de abertura do display é aumentada, permitindo a reprodução de imagens com maior resolução em telas não tão grandes.
Em contrapartida, segundo essa publicação, a utilização do SHA implica na utilização de um maior poder de iluminação – o que, em teoria, exige mais bateria do eletrônico. É válido ressaltar que a bateria da recente versão do tablet é 70% mais potente, portanto, isso não deve reduzir a autonomia do dispositivo.
A adoção dessa tecnologia também pode ser a explicação para o novo iPad ser levemente mais espesso e pesado que o seu antecessor.

Nokia pode lançar tablet com Windows 8 até final do ano


Segundo fontes relacionadas à empresa, aparelho deve chegar ao mercado no último trimestre de 2012 para bater de frente com Android e iOS.



Você já deve ter reparado que, enquanto praticamente todas as principais empresas de tecnologia já entraram no mercado de tablets, a Nokia permaneceu de fora. O diretor-executivo da companhia, Stephen Elop, já sugeriu a possibilidade, mas nada de muito concreto foi feito — até agora. Rumores apontam que a empresa finlandesa pretende lançar seu primeiro aparelho ainda neste ano.
Mais do que isso, de acordo com o que uma suposta fonte interna contou ao site DigiTimes, a Nokia não vai apostar no Android ou em um sistema próprio, mas no Windows 8. Com isso, ele seria um dos primeiros tablets já equipados como novo sistema operacional da Microsoft, que visa exatamente atingir o público de desktops e dispositivos móveis. A ideia é trazer um dispositivo que consiga ser uma concorrência digna aos sistemas da Google e da Apple, que lideram o segmento.
A página ainda afirma que o aparelho terá uma tela de 10 polegadas e um processador Qualcomm dual-core — possivelmente um Snapdragon S4. Mais detalhes não foram revelados, exceto que as duas companhias estão trabalhando em conjunto para trazer o tablet ao mercado ainda em 2012, mais especificamente no último trimestre.


quinta-feira, 8 de março de 2012

Kingston lança pendrives ultra-seguros

Armazenamento físico contará com criptografia de 256-bits.


Uma das grandes preocupações em ambientes corporativos é o cuidado com as informações. Perder um dado sigiloso ou de grande importância pode causar danos irreparáveis a empresas ou órgãos governamentais. Mas, para minimizar esses riscos, a Kingston, maior fabricante mundial independente de produtos de memória, apresenta os seus novos modelos de pendrive, que garantem proteção contra perda ou violação dos dados. São o DataTraveler Vault Privacy – Managed e o Data Traveler 4000, agora também disponíveis em 64 GB e 32 GB, respectivamente.  




Data Traveler Vault Privacy – Managed (DTVP-M)

  • Agora disponível em até 64GB
  • Criptografia AES de 256-bits
  • Gerenciamento centralizado via SafeConsole® da BlockMaster  
Indicado para instituições financeiras, empresas de grande porte ou instituições governamentais, o DTVP-M, utiliza criptografia AES (Padrão de Criptografia Avançada, do inglês Advanced Encryption Standard) de 256-bits, padrão internacional que garante um altíssimo nível de segurança e é utilizado pelo governo americano e por outras organizações de inteligência em todo o mundo.
Desenvolvido especificamente para aquelas empresas que já utilizam o sistema de gerenciamento de unidades de memória SafeConsole® da BlockMaster, o DTVP-M oferece total controle de gerenciamento em trânsito. Ao autenticar o dispositivo no servidor, o administrador pode habilitar as configurações específicas de cada usuário ou de cada grupo específico da organização. Cada DTVP-M cadastrado então poderá se conectar, via Internet através de um navegador web padrão, ao servidor SafeConsole da empresa para ter acesso aos dados e as atualizações das configurações atribuídas.
Dentre os recursos de gerenciamento centralizado disponíveis estão a configuração do conteúdo da senha (comprimento e a quantidade de tentativas de acesso), reconfiguração remota de senha, desativação remota do dispositivo apagando todos os dados e informações em caso de perda e roubo, backup parcial ou contínuo da unidade e muito mais. Além disso, o administrador tem acesso a um relatório que determina todas as ações de cada unidade para fins de auditoria. Para saber mais sobre os recursos disponíveis acesse: www.kingston.com/br/usb/encrypted_security
Além das capacidades de 2GB, 4GB, 8GB, 16GB e 32GB já lançadas no mercado, a Kingston acaba de lançar o DTVP-M na capacidade de 64GB para garantir ainda mais comodidade ao usuário em trânsito.
O DTVP-M ainda possui estrutura de alumínio reforçado, é a prova d´água, tem 5 anos de garantia, suporte técnico gratuito da marca e ainda pode ser personalizado com a logomarca da empresa (Programa Co-Logo).

Data Traveler 4000 (DT 4000)

  • Agora disponível em até 32GB
  • Certificação FIPS 140-2 Nível 2
  • Criptografia AES de 256-bits
  • Não exige direitos de administrador.

Preço Sugerido: 

R$ 1.265,00

Especificações:

  • Estrutura de alumínio reforçado
  • À prova dágua
  • Velocidade: 24 MB/s para leitura e 10MB/s para gravação
  • Capacidade: 2GB, 4GB, 8GB, 16GB, 32GBe 64 GB
  • Dimensão: 3,06" x 0,9" x 0,47" (77,9mm x 22mm x 12,05mm)
  • Tecnologia AES no modo CBC criptografa 100% do conteúdo armazenado no dispositivo
  • Opção de acesso a documentos somente para leitura evita danos causados por invasores
  • Senha para acesso
  • O dispositivo é bloqueado após 10 tentativas de invasão
  • Não exige supervisão do administrador ou instalação de aplicativos adicionais
  • Compatível com entrada USB 2.0
  • Cinco anos de garantia
  • Suporte técnico gratuito da Kingston
  • Temperatura de operação: 0º a 60ºC
  • Temperatura de armazenamento: -20ºC a 85ºC
  • Sistema de operação: entrada USB 2.0 e compatibilidade 1.1

DataTraveler 4000 (32GB)

Preço Sugerido:

R$ 909,00

Especificações:

  • Revestimento de titânio e estrutura de aço inoxidável
  • À prova dágua
  • Certificado FIPS 140-2
  • Velocidade: 18 MB/s para leitura e 10 MB/s para gravação
  • Capacidade: 2GB, 4GB, 8GB, 16GB, 32GB
  • Dimensão: 3,06" x 0,9" x 0,47" (77,9mm x 22mm x 12,05mm)
  • Tecnologia AES no modo CBC criptografa 100% do conteúdo armazenado no dispositivo
  • Opção de acesso a documentos somente para leitura evita danos causados por invasores
  • Senha para acesso
  • Equipamento é bloqueado após 10 tentativas de invasão
  • Não exige supervisão do administrador ou instalação de aplicativos adicionais
  • Compatível com entrada USB 2.0
  • Cinco anos de garantia
  • Suporte técnico gratuito da Kingston
  • Revestimento de titânio e estrutura em aço inoxidável
  • Temperatura de operação: 0º a 60ºC
  • Temperatura de armazenamento: -20ºC a 85ºC.




quarta-feira, 7 de março de 2012

Projetor da Microsoft transforma parede em teclado telefônico [vídeo]

Aparelho desenvolvido para a empresa reconhece até multitoques




A Microsoft Reserch vem mostrando vários inventos interessantes em sua TechFest, como você pode conferir aqui mesmo em uma outra notícia. Hoje, no entanto, outro trabalho dos laboratórios da empresa chamou bastante à atenção da mídia. Estamos falando de um projetor que é capaz de enviar imagens para uma parede e, em seguida, reconhecer os seus toques ali no que ele mesmo transmitiu.
Em um vídeo demonstrativo divulgado pela Microsoft é possível assistir como o gadget funciona. O aparelho fica encaixado no ombro da pessoa e envia as imagens de um teclado de telefone (este por sinal, bem semelhante ao do Windows Phone) para a parede.
Então, o pesquisador interage com a imagem, apertando os seus botões, arrastando-os e utilizando as ferramentas de zoom conhecidas nos smartphones e tablets. Além disso, a imagem também é capaz de se ajustar de acordo com o tamanho da superfície.
Tudo funciona graças a uma câmera supersensível a movimentos e um pico projetor. Apesar de se tratar ainda de um conceito longe de chegar às nossas mãos, imagine só o que um aparelho deste em tamanhos reduzidos  poderia ser capaz de fazer.


Apacer lança o menor pendrive do mundo

Chamado de AH152, este dispositivo de memória é menor que uma moeda



A Apacer, corporação tailandesa de produtos eletrônicos, acaba de anunciar o lançamento do menor pendrive do mundo, o AH152. O supermini dispositivo tem padrão USB 3.0 e é menor que uma moeda. Além disso, a empresa oferece um software gratuito de compressão de arquivos que promete aumentar a capacidade de armazenamento dos dispositivos em até 500%.
Confira as principais características do produto:
  • Dimensões: 2,9 x 1,65 x 0,8 centímetros;
  • Velocidade de transmissão de dados: 80 MB/s;
  • Capacidade de armazenamento: 16 e 32 GB;
  • Compatível com Windows 7;
  • Compatível com a interface USB 2.0.


terça-feira, 6 de março de 2012

Descubra como não ser hackeado em uma visita à China

Redes inseguras e proibições governamentais fazem com que seja preciso tomar medidas de segurança que beiram à paranoia ao viajar para o país.





Uma reportagem publicada na última sexta-feira (10 de fevereiro) pelo The New York Times mostra a extensa lista de precauções que executivos e especialistas de segurança tomam ao viajar para a China. Para evitar a ação de hackers, profissionais evitam até mesmo usar os mesmos aparelhos dentro e fora do país.
Como exemplo, a matéria cita Kenneth G. Lieberthal, da Brookins Institution, que costuma viajar para território chinês constantemente. Ele deixa seu smartphone e laptop em casa, usando aparelhos substitutos que são totalmente apagados assim que ele chega ao território estrangeiro ou volta de uma viagem.
Dentro da China, ele desabilita conexões Bluetooth e Wi-Fi, além de se certificar de nunca deixar seu telefone fora do campo de visão. Durante reuniões importantes, não só o aparelho é desligado como tem sua bateria é removida — medida que tenta prevenir possíveis gravações das conversas realizadas.
Apesar de conectar-se à internet, Lieberthal nunca o faz sem ter certeza de usar uma conexão criptografada. Todas as suas senhas e logins são copiados e colados a partir de um documento de texto presente em um dispositivo removível, forma de tentar evitar a ação de qualquer keylogger escondido na máquina.

Ambiente inseguro

Embora a situação acima pareça fruto de uma mente paranoica, atitudes do tipo já se tornaram padrão entre membros de agências governamentais norte-americanas, grupos de pesquisa e empresas que possuem negócios na China e a na Rússia. Esses países são marcados pelo crescimento das tentativas de espionagem digital, que têm o objetivo tanto de roubar informações confidenciais do governo quanto documentos reservados a alguns poucos funcionários das empresas que lá atuam.
“Caso uma companhia possua uma quantidade significativa de propriedade intelectual que interesse aos chineses e aos russos e um empregado vai lá com seus dispositivos portáteis, eles serão invadidos”, afirma Joel F. Brenner, ex-oficial de contrainteligência dos Estados Unidos.





O número de companhias afetadas é desconhecido, já que muitas delas têm medo de declarar publicamente que alguma informação delicada foi roubada. Isso se deve tanto ao temor de que o valor de suas ações vá cair quanto pelo total desconhecimento de que houve uma invasão.
Um exemplo do segundo caso aconteceu com a Câmera de Comércio dos Estados Unidos em 2010. Até que a ação dos invasores fosse descoberta, haviam sido perdidas seis semanas de emails privativos que continham os segredos de algumas das maiores companhias do mundo — uma análise posterior mostrou que até a impressora e o termostato de um escritório eram usados para enviar os dados roubados a um endereço hospedado em um servidor chinês.

Governos suspeitos


As próprias redes de internet oficiais da China e da Rússia são vistas como uma ameaça pelas empresas norte-americanas. Quem entra em ambos os países é proibido de carregar documentos com informações criptografadas, indício de que uma simples conexão à rede local pode significar a perda de dados importantes.
A ameaça é tanta que empresas como a McAfee proíbem que funcionários voltem a entrar em ambientes internos caso tenham seus dispositivos inspecionados na fronteira chinesa, mesmo que eles tenham passado por verificações posteriores. “Nós simplesmente não queremos nos arriscar”, afirma Simon Hunt, vice-presidente da companhia.
“Os chineses são muito bons em esconder rastros”, declarou Scott Aken, ex-agente do FBI especializado em contrainteligência e invasões de computador. “Na maioria dos casos, as companhias não percebem que foram prejudicadas até anos depois, quando um competidor estrangeiro lança exatamente o mesmo produto, só que 30% mais barato”, completa.